BR Outbreak RP

Sobreviva, faça alianças e construa sua história em um servidor de roleplay brasileiro onde cada decisão importa.

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Sobre o servidor

O BR Outbreak RP é uma comunidade brasileira de roleplay de sobrevivência. Aqui o foco é a interpretação: seu personagem tem história, medo, objetivos e consequências.

Roleplay sério

Interpretação de personagem em primeiro lugar, com cenas, facções e histórias que evoluem com os jogadores.

Sobrevivência

Recursos escassos, perigo constante e decisões difíceis em um mundo tomado pelo caos.

Comunidade ativa

Equipe presente, eventos e suporte para quem está começando.

História

Kentucky, 1998–2000. Tudo começou com um alerta.

1 de agosto de 1998
Kentucky em alerta máximo: fronteiras fechadas, postos militares e protestos, 1 de agosto de 1998

O estado de Kentucky, nos Estados Unidos, entrou em alerta máximo sobre um suposto vírus. Uma ameaça de proporções desconhecidas, capaz de transformar os mortos em criaturas que, até então, pertenciam apenas à ficção: Zumbis.

No início, ninguém compreendia o que estava acontecendo. Não havia precedentes, explicações ou qualquer certeza sobre a tal ameaça, porém ainda assim, em questão de horas, todas as fronteiras foram fechadas e o pânico foi instaurado.

Ninguém entrava. Ninguém saía.

Voos foram cancelados, estradas interditadas e qualquer tentativa de deixar o estado passou a ser tratada como uma violação das ordens governamentais. Aqueles que insistiam em fugir eram mortos a sangue-frio. E em poucos dias, a construção de barreiras de proporções colossais começou na fronteira de Kentucky.

A comunicação com o mundo exterior foi interrompida. Não era mais possível realizar ligações e perdeu-se qualquer acesso à internet.

O governo alegava que todas aquelas medidas eram necessárias para conter a ameaça, mas aquilo tudo não parecia se resumir a simples bloqueios ou medidas emergenciais. Ninguém oferecia uma explicação convincente para tamanha mobilização, uma vez que nenhuma pessoa doente até então havia sido avistada.

Teorias começaram a se espalhar: alguns diziam que estavam tentando implementar uma ditadura, enquanto outros acreditavam no governo e no suposto vírus. Até teorias envolvendo alienígenas surgiram.

O caos estava tomando conta do estado. Lojas de ferramentas, armas e supermercados foram saqueados, e as pessoas começaram a estocar alimentos e recursos em casa. Manifestações aconteciam diariamente, mas nem mesmo as autoridades locais sabiam dizer com clareza o que estava acontecendo.

À medida que os últimos acessos eram fechados, uma pergunta se tornava impossível de ignorar:

Se o governo dos Estados Unidos pretendia salvar aquelas pessoas, por que estava fazendo de tudo para garantir que nenhuma delas pudesse sair?

13 de novembro de 1998
Hospital Geral de Louisville tomado pela infecção, com a cidade ao fundo sob um céu vermelho

3 meses e meio após o isolamento, a ameaça à qual se referiram anteriormente surgiu repentinamente no hospital de Louisville.

As primeiras vítimas foram feitas e logo se tornaram responsáveis por outras. Em questão de dias, a infecção se espalhou pelos corredores, tomou as instalações e transformou o hospital e, posteriormente, toda a cidade em um dos primeiros retratos do que estava por vir.

Mortos caminhavam pelas ruas. Pessoas desapareciam em meio ao caos. O que antes parecia uma ameaça distante tornou-se uma realidade impossível de ignorar.

As notícias se espalharam pelas rádios e pelos poucos canais de comunicação que ainda funcionavam. O pânico, que até então se alimentava do isolamento e da incerteza, atingiu proporções inimagináveis. Kentucky estava desmoronando e era impossível fugir daquele inferno.

Três meses após o descontrole da infecção, um terror ainda pior pairou sobre Kentucky. O que parecia impossível de piorar acabou se tornando uma ameaça ainda maior: uma névoa tóxica começou a se espalhar por todo o estado.

No início, ninguém sabia do que se tratava ou o que estava causando aquilo. Porém, não demoraram a descobrir que a exposição a ela era letal. A névoa continuava avançando aos poucos, engolindo áreas inteiras e tornando cada vez mais lugares inabitáveis. Comunidades inteiras foram forçadas a abandonar suas casas, deixando para trás tudo aquilo que não conseguiam carregar. Os sobreviventes passaram a vagar em busca de abrigo, migrando de um lugar para outro na esperança de encontrar alguns dias de segurança, mas a névoa sempre acabava por alcançá-los.

O governo, por sua vez, ainda tentava ajudar. Desde o começo do surto, transmissões na frequência 137,9 anunciavam abrigos e orientavam os sobreviventes a procurarem locais seguros, porém, ao chegarem nesses locais, só havia uma coisa: zumbis. No fim, o governo estava certo: a ameaça era real.

“Alguém com certeza virá nos buscar.” — Eles pensavam.

Então, um mês após o início da névoa, o governo parou de transmitir. O silêncio veio primeiro. Depois, a água deixou de correr e, por fim, as luzes se apagaram.

De tempos em tempos, helicópteros cruzavam o céu de Kentucky. O som de suas hélices era suficiente para fazer sobreviventes abandonarem seus esconderijos e correrem para as ruas, como se estivessem diante da última oportunidade de continuar vivos, mesmo cientes dos riscos. Afinal, aquelas coisas tinham uma ótima audição.

Até houve boatos de terem visto cargas com suprimentos caindo do céu, mas não passavam de rumores que pessoas e grupos trocavam entre si quando se esbarravam por aí... No fim, os helicópteros nunca resgataram ninguém.

Certo dia, uma voz feminina pôde ser ouvida na frequência 137,9 MHz. Ela falava sobre o próprio dia, suas dificuldades, seus medos e aquilo que ainda conseguia observar ao seu redor. Não parecia uma transmissão oficial. Não havia instruções, anúncios ou promessas de resgate. Era quase como ouvir as páginas de um diário sendo lidas em voz alta para um mundo que talvez já não tivesse ninguém para escutar.

Em um piscar de olhos, pouco mais de dois anos haviam se passado... As cidades ruíram, os recursos ficaram cada vez mais escassos e a névoa continuou a consumir o território, sem demonstrar qualquer sinal de que algum dia pararia.

Dois anos... Esse foi o tempo que demorou para que pessoas esperançosas perdessem completamente a esperança.

20 de novembro de 2000
Uma sobrevivente transmitindo pelo rádio ao lado de uma fogueira, em Coalfield

Após um tempo de silêncio, a rádio 137,9 MHz voltou a transmitir.
A princípio, apenas estática.
Então, uma voz, aquela mesma voz familiar que frequentemente contava sobre seu dia.

— Talvez agora não haja ninguém para ouvir esta transmissão, e mesmo que ouçam, talvez seja difícil acreditar.
Há algum tempo atrás, encontrei alguém que tinha algo importante a ser dito. Ele pediu que eu fizesse essa transmissão, e me entregou um bilhete. Vou ler exatamente o que está escrito, e caberá somente a vocês acreditar ou não.

Houve uma breve pausa.
O papel pareceu se mover diante do microfone, até que a voz surgiu novamente.

“Eu estava lá quando tudo começou.
Eu deveria ter saído quando notei que algo estava estranho.
Os outros tentaram.
Mas todos foram mortos, somente eu sobrevivi.
Eu terei que viver o resto da vida aqui.
Talvez esse seja o preço a se pagar.
Eles sabem que estou vivo. Não posso voltar para lá.
Também não posso falar mais do que isso, não por enquanto, eles com certeza irão ouvir.
Se algum sobrevivente estiver ouvindo isso, vá para Coalfield. Lá é o único local seguro.
Um dia chegará a hora em que você descobrirá o porquê.”

A moça da rádio então continuou:

— Talvez essa mensagem soe tão perturbadora para vocês quanto soou para mim, mas estou certa de algo: ele não estava mentindo. Este lugar é seguro. Já se passaram duas semanas desde que cheguei aqui, e a névoa não se expandiu nessa direção. Então, se alguém estiver ouvindo, venha para Coalfield, estarei esperando por vocês.

A transmissão continuou por alguns segundos, até ser interrompida.
E então, mais uma vez, a frequência 137,9 MHz ficou em silêncio.

Não houve mais explicações sobre o homem que escreveu o bilhete. As poucas informações eram confusas... O que não era uma novidade. Até mesmo o governo nunca trouxe respostas claras. Afinal, eles perderam o controle da situação ou haviam deixado todos para morrer?

Neste ponto, todos já haviam aceitado o destino cruel que os aguardava. Uma hora, a névoa iria cobrir tudo, não restando nenhum lugar habitável. Os recursos e as máscaras de gás que ajudavam a enfrentar a névoa acabariam e todos, por fim, encontrariam a morte.

Mas até insetos, quando encurralados, lutam para sobreviver.

Regras principais

Resumo das regras essenciais. As regras completas ficam no nosso Discord.

  1. Respeito acima de tudoNada de ofensas, preconceito ou assédio, dentro ou fora do personagem.
  2. Mantenha o roleplayNão quebre o personagem sem necessidade e não misture informações de fora do jogo com o que seu personagem sabe.
  3. Sem trapaçasUso de hacks, exploits, bugs ou qualquer vantagem indevida resulta em banimento.
  4. Valorize a vida do personagemAja como alguém que quer sobreviver. Evite ações sem sentido para o seu personagem.
  5. Siga a equipeDecisões da staff devem ser respeitadas. Dúvidas ou reclamações são tratadas no Discord, com educação.

Como entrar

Em poucos passos você está dentro.

  1. Entre no Discord da comunidade e leia as regras completas.
  2. Crie seu personagem com nome, história e objetivos.
  3. Conecte no servidor seguindo as instruções de conexão que estão no Discord.
  4. Comece a jogar e fale com a equipe se precisar de ajuda.

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